Crítica | A Bela e a Fera

Por Bruna Elias 08/04/2017 - 14:30 hs

26 anos após do lançamento da animação A Bela e a Fera, a Disney levou as telonas a versão live-action do clássico com atores e cenários reais. Dirigido por Bill Condon, da Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 e 2, o filme se mantém fiel ao roteiro original, com apenas algumas alterações no remake.

Assim como na versão de 1991 os personagens cativam o público com sua carisma, como o simpático candelabro Lumière e o mal humorado relógio de pêndulo, Herloge, interpretados por Ewan McGregor e Ian McKellen, respectivamente. Entretanto, os personagens que mais chamam atenção é a dupla LeFou e Gaston, encenados por Josh Gad e Luke Evans, mostrando química e sintonia ambos estrelam momentos musicais e divertidos. Já Bela, a protagonista do filme, interpretada por ninguém menos que Emma Watson, que ficou conhecida por dar vida à bruxa Hermione Granger, em Harry Potter, brilhou no remake da Disney. A escolhe de Emma para o papel foi muito assertiva, seus traços delicados e voz suave combinam perfeitamente com a personagem. Porém, poderiam a ter representado mais empoderada, forte e confiante de seus atos, assim como a ativista feminista Emma Watson, mas isso pode ser justificado pela falta de tempo/espaço na adaptação do roteiro.

Os efeitos visuais, muito utilizados no remake, foram bem representados com muitos personagens animados, enriquecendo o filme. Os cenários, roupas e músicas são belíssimos e emocionantes, cativando os telespectadores.

Para os amantes dos clássicos musicais da Disney, vale a pena conferir o remake. E, prepare a voz, são inúmeras cenas musicais para se emocionar e cantar junto.


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