Crítica | Velozes e Furiosos 8

Por Bruna Elias 22/04/2017 - 14:30 hs

Em 2001, quando o primeiro ‘Velozes e Furiosos’ foi lançado, poucas pessoas imaginavam que o filme dos rachas de carros de ruas se tornaria um grande sucesso. Com o passar do tempo, a franquia caiu nas graças dos fãs e tomou proporções maiores à partir do quarto filme.

Em Velozes e Furiosos 8, o casal Brian (Paul Walker) e Mia (Jordana Brewster) anunciam sua aposentadoria e se despedem da trama após a tragédia com Paul no sétimo filme. Já Dominic Toretto (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) levam uma vida completamente normal em Cuba, até que a ciberterrorista, Cipher (Charlize Theron), recruta Dom para o mundo do crime, que é forçado a trair sua equipe, sem revelar a eles o motivo (aqui talvez você se surpreenda).

O oitavo filme da franquia é dirigido por F.Gary Gray, que comandou “Straight Outta Compton”, “Código de Conduta”, entre outros filmes, além de produzir vídeos musicais para cantores como Jay-Z.  O diretor deixa sua marca em evidência em “Velozes e Furiosos 8”, seja no panorama agitado do filme, nas cenas de ação ou nos momentos de diversão para o público.

Neste filme, você vai se divertir muito com o carismático personagem de Dwayne Johnson, e também com Jason Statham, que se destaca na trama.

“Velozes e Furiosos 8” pode não ser melhor do que o sétimo filme da franquia, mas injeta um novo ânimo a saga, provando que ainda veremos muito os carros nas telas de cinema.