Crítica | Alien: Covenant

Por Bruna Elias 20/05/2017 - 14:30 hs

Na sequência direta de “Prometheus”, uma nave chamada Covenant está em missão colonizadora em busca de um planeta que seja habitável pelos seres humanos. Contudo, uma tempestade de neutrinos acorda a tripulação que descobrem estarem em outro planeta, próximo do destino original, então decidem explorar o local.  O que eles pensam ser um lugar inexplorado, na verdade trata-se de um mundo perigoso e sombrio, onde seu único habitante é o androide David (Michael Fassbender), sobrevivente da expedição anterior.

O roteiro de Alien: Covenant é genérico. O longa-metragem não chega perto do terror e suspense do filme Alien – O Oitavo Passageiro. É fraco e frustrante.  O destaque fica por conta do forte elenco, mas também não chega a ser tudo isso, às vezes é sem sal. Katherine Waterson (Animais Fantásticos e Onde Habitam) que interpreta a singela Daniels, Billy Crudup (Watchmen), Demían Bichir (Os Oito Odiados), Danny McBride e James Franco, entre outros. Além de Fassbender, que incorpora brilhantemente os dois androides.

O filme dirigido por Ridley Scott é previsível, o tornando uma experiência mediana. Entre cenas que remetem filmes anteriores e sequências de imagens ruins, Alien: Covenant não satisfaz.