Crítica | Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar

Por Bruna Elias 03/06/2017 - 09:17 hs

Após um intervalo de seis anos, a franquia Piratas do Caribe retorna com A Vingança de Salazar. Desde o primeiro filme, em 2003, a Disney lucrou muito com a história do pirata Jack Sparrow (Johnny Depp), como resultado do sucesso surgiram várias sequencias, chegando ao quinto longa-metragem.

Em Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar, a trama se passa alguns anos depois dos acontecimentos do filme anterior. O Capitão Jack Sparrow passa por uma onda de azar, novamente sem navio (apenas com a miniatura do Pérola Negra) e sem tripulação. Jack ainda possui sua bússola que não aponta para o Norte e, como estava sem sorte, decidiu entrega-la como forma de pagamento por bebida. Sem saber, o Capitão Jack acaba libertando Salazar (Javier Bardem), conhecido por caçar piratas e antigo conhecido de Sparrow.

Salazar e sua tripulação de mortos-vivos buscam vingança e perseguem Sparrow. Jack precisa encontrar o Tridente de Poseidon para sobreviver, pois com ele quebraria todas as maldições do mar. Para essa nova missão, Jack vai contar com a ajuda de Henry Turner (Brenton Thwaites) e Carina Smyth (Kaya Scodelario).  

Ao longo do filme, fica claro que o protagonismo de Capitão Jack Sparrow não existe mais. Ficamos muito mais atentos a história do novo casal, Henry, que quer quebrar a maldição de seu pai, e Carina, uma astrônoma que deseja descobrir mais sobre seu passado.

Os efeitos visuais alcançam dois patamares, com relação ao vilão Salazar e seus fantasmas, os elementos técnicos são surpreendentes, mas com o jovem Capitão Jack, são um desastre, não funcionam bem.

A execução deste filme é a mesma de todos os outros da franquia, os personagens buscam algo, enfrentam vilões e tem o toque de humor característico do Capitão Jack Sparrow. 

Apesar, de não trazer uma nova fórmula, o quinto filme é bastante agradável. Vale destacar a participação especial de Paul McCartney, rápida, mas divertida. A história é envolvente, vale a pena conferir.