Crítica | O Círculo

Por Bruna Elias 01/07/2017 - 14:30 hs

No filme, Emma Watson interpreta Mae Holland, uma jovem que recebe a oportunidade de sua vida ao conquistar um emprego na megaempresa de tecnologia, a The Circle, responsável por conectar os e-mails dos usuários com suas atividades diárias, basicamente. Mas, pense em uma mistura de Google e Facebook ou qualquer outra empresa conhecida do ramo.

Aos poucos Mae ganha espaço na empresa e percebe que sua função será muito maior do que pela qual foi contratada. Com isso, seu chefe Eamon Bailey (Tom Hanks) propõe que ela abra sua vida ao público e seja acompanhada por câmeras 24h por dia, em todos os lugares. Ela aceita, mas logo sente falta da liberdade.

O Círculo poderia ser tratado como o seriado da Netflix, Black Mirror, se não fosse a falta de profundidade abordada no longa-metragem. Claro que, uma série tem muito mais chances de ser complexa do que um filme, mas poderia ter sido melhor.

O filme ganha destaque nos detalhes técnicos, com um cenário futurístico, mas nada que não tenhamos visto antes. O contexto da trama é atual, coloca em discussão nossa constante exposição nas redes sociais e na internet de maneira geral.