Entidade de Morro da Fumaça participa de assembleia nacional de proteção patrimonial
Alliança marca presença em encontro decisivo do setor de planos de proteção em Brasília e acompanha de perto mudanças na legislação
Davi e Júnior tiveram participação ativa na AGO A Alliança, entidade com sede em Morro da Fumaça e atuação também em Sangão, esteve presente na 1ª Assembleia Geral Ordinária (AGO) da AAAPV – Agência de Autorregulamentação das Entidades de Autogestão de Planos de Proteção Contra Riscos Patrimoniais, realizada nesta segunda-feira, dia 27 de abril, em Brasília.
O encontro, considerado o mais relevante desde a fundação da entidade, aconteceu no auditório do RC Group, no Hotel Bonaparte, reunindo representantes de diversas associações do país. A pauta principal esteve centrada no “Projeto Administradora AAAPV” e nas adequações necessárias à Lei Complementar nº 213/2025, que traz novas diretrizes para o setor de proteção patrimonial mutualista.
Representando a Alliança, participaram o diretor Davi Colonetti Pellegrin e o consultor Júnior Cascaes, reforçando o compromisso da entidade fumacense em se manter atualizada e alinhada às mudanças que impactam diretamente o segmento.
Entre os temas debatidos, esteve a possibilidade de criação de uma administradora própria da AAAPV ou a transformação da entidade para atender às exigências da nova legislação. Outro ponto importante envolve a ampliação da fiscalização, com destaque para a atuação da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), que poderá ter papel mais ativo no acompanhamento das associações.
Para a Alliança, a participação no evento foi estratégica. Além de acompanhar de perto as discussões sobre a regulamentação do setor, a entidade buscou compreender os impactos práticos das mudanças e antecipar adaptações necessárias para garantir segurança, transparência e conformidade em suas operações, em prol dos associados.
A presença em um encontro dessa magnitude reforça o posicionamento da entidade de Morro da Fumaça como atuante e comprometida com a evolução do setor associativista, acompanhando decisões que devem influenciar diretamente o futuro das entidades de proteção patrimonial em todo o país.



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